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Sex and the City

por Miss. M, em 24.06.08

Após uma longa ausência das aventuras das 4 meninas de Manahattan eis que surge o tão esperado filme.

Sempre fui fã da série, sempre me diverti com aquelas aventuras amorosas das protagonistas e, confesso, também aprendi umas quantas coisas. Ao longo das temporadas fomos vendo as personagens a evoluírem mas sem nunca deixarem para traz a sua verdadeira maneira de ser, pois Samantha gostou sempre de sexo e independência acima de tudo; Charlotte sempre procurou o seu príncipe encantado que a levasse ao altar e construísse uma família; Miranda sempre foi a profissional que a muito custo tentou conjugar a carreira com o seu novo papel de mãe e Carrie sempre em busca da felicidade e de um final feliz com o seu complicado Mr. Big.
O filme não é mais que o que é que acontece quando os finais felizes e os reencontros e entendimentos acontecem, ou seja, como estas 4 raparigas enfrentam o quotidiano dos amores e desamores encontrados. Um retrato de Nova Iorque mas que se pode transpor para os mais diversos locais, o universo feminino mudou e é cada vez mais exigente e completo, já não chega ficar em casa a cuidar dos filhos e o amor e uma cabana já não satisfaz (já me estou a repetir…mas nada como reforçar a idéia).
Muito possivelmente este é um filme que não ganhará um Óscar, talvez o de melhor guarda-roupa, pois é simplesmente “chiquéééérimo”, mas achei que foi muito bem conseguido e a abordagem a certos temas foi bastante perspicaz.
É verdade que as relações se desgastam e que hás vezes nem notamos, mas quando gostamos verdadeiramente da outra pessoa, há que saber dar a volta por cima.
Como também é verdade que uma relação onde já não há química nem vontade para continuar deve acabar, pois o que importa somos nós e a maneira como nos sentimos, independentemente de termos 20, 30, 40 ou 50 anos.
Mas e será que temos que nos sentir mal por sermos felizes de mais? Caro que não, hás vezes já passou demasiado tempo sem nos apercebermos o quanto somos felizes e nem nos apercebemos.
E quanto ao darmos a outra face quando alguém nos magoa tanto que nem queremos voltar a ver a cara daquela pessoa? Bem, talvez o assunto mais polémico do filme, mas que mais uma vez vem provar que o que nos faz feliz nem sempre é o que faz mais sentido e que a capacidade de perdoar quem amamos dever ser superior a outros sentimentos. Nem mesmo quando alguém é abandonado a poucos instantes do “sim” para sempre com um Vivianne Westwood e um pássaro na cabeça….
E será que sempre temos uma quota de lágrimas por cada homem que passa na nossa vida? Humm…acho que há uma certas lógica na teoria.
E quem é que não concorda que o “colorido” é das melhores coisas que temos na vida?! Bem, não posso estar mais de acordo e acho que ainda há muito para colorir nesta vidinha, pois segundo a minha querida Carrie os 20 são para curtir, os 30 para aprender e os 40…quem sabe, para dizer o sim com uns Manolitos calçados. Lá está, mais uma lição que podemos tirar, o pedido de um amor para sempre tem que ser oficializado com um brilhante (de qualidade, claro) nem que seja no pé!
Mas talvez das melhores coisas que este filme mostra é mesmo a amizade, há coisas que são mesmo assim, só podem ser entendidas e compreendidas entre "girls".
Aconselho vivamente este filme, a mulheres e homens, claro, pois é interessante, chique e desvenda um bocado do universo feminino que parece tão complicado, mas que só precisa ser entendido.
 

 

 

 

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publicado às 00:05

Eu Fui

por Miss. M, em 10.06.08

 

Ok, eu sei que é tarde e este post já vem um pouco atrasado, mas a verdade é que não posso deixar de comentar o sucedido.

Finalmente consegui ir ao esse tão famoso evento que todos falam, o grande “Rock in Rio” e não podia de deixar de expressar a minha opinião acerca do mesmo.
Juntam-se 4 moças algarvias (ou quase…) num Mazda 3 free of charge e lá vão a caminho da capita. Sem grandes tropelias e engavelos na rotunda do Marquês lá chegamos ao nosso destino. Depois da instalação no hotel, também escolhido ao critério free/ borla/ custo “0” (afinal isto de trabalhar no sector tem estas regalias) lá nos aprontámos e rumámos ao recinto. Após quase meia-hora de caminhada, pois o “já ali” indicado pelo sr. da recepção era um tanto relativo, lá chegámos ao recinto da “cidade do rock”.
E eis que entre 99.996 pessoas que estavam naquele recinto lá estávamos nós também tentar descobrir o melhor local para ver a Ivete que já tinha começado o “show”. Não havia praticamente nenhum metro quadrado livre naquela plateia gigante que cantava e pulava ao som da “mãe” do Rock in Rio. Há quem até nem goste muito e se faça de esquisito, mas a sra. sabe dar um bom espectáculo e animar a malta. Também não posso deixar de referir que o fatinho de pele (ou material desconhecido…) brilhante que a Ivetezita trazia não é para todas. E sabe sempre bem ouvir “O se eu não te amasse tanto assim” ao vivo, enfim…lamechices.
Depois de Ivete, nada melhor que matar o bichito da fomeca com o “menu rock” composto pela tão nutritiva sandocha de carne assada, um pacote de batatas fritas e uma cervejita, e esperar pela tão esperada Amy Winehouse. E esperámos, esperámos….até que após mais de meia-hora de atraso a menina aparece e lá tenta cantar. Bem, já muito se falou desta actuação que não encantou, pois a Amy mal se aguentava de pé, estava rouca, caiu e pouco se percebeu do seu “dialecto particular” quando falava para o público.
Mas será que haveria tanto falatório se o concerto tivesse corrido bem? Certamente que não, pois não haveriam tantos pormenores sórdidos que no dia seguinte fossem parar aos jornais. É verdade que as birras da vedeta são famosas e que o seu aspecto se tem vindo a degradar dia para dia, mas será que não é isso tudo que compõem o “boneco”? É pena que se perca o talento desta maneira, mas a menina terá que escolher entre finalmente ir para o “rehab” e continuar a carreira ou dizer adeus aos seus 15 minutos de fama.
Devo confessar que até lhe acho piada, há a quem a ache esquisita, polémica até degradante, mas até gosto da Amy, gosto das músicas, gosto da voz e das letras confusas que perecem não ter sentido. Gosto do ar “pin-up” á anos 50 misturado com aquelas tatuagens todas. Um estilo original, mas que podia ser mais bem aproveitado.
Quanto ao Lenny, esse não poderia estar melhor. Performance 5 estrelas e só estaria melhor se tivesse cantado o “All of My Live” mas nem tudo pode ser perfeito. Gostei do concerto, achei que o sr. tem boa voz e o solo instrumental foi bem conseguido. Apenas um reparo, gostava mais do cabelo comprido, dava aquele charme especial.
Mas no final foi um balanço positivo esta minha ida ao “Rock in Rio”, gostei do ambiente, os stands eram interessantes (apesar de estarem a abarrotar) e a gente gira.
Foi um fim-de-semana que se prolongou até à costa alentejana, mais precisamente em São Teotónio onde tivemos direito a noitada no BLC, ver estrelas no terraço e dormir poucas horas…no dia seguinte foi o acordar e toca a aperaltar para ir ao baptizado e festa familiar de um dos nossos “elementos”. Não que tivéssemos muito “católicos” nesse dia, mas foi uma bela festa.
Apenas gostava de ter ido finalmente à Ilha do Pessegueiro, mas pronto…fica para a próxima.
 
 
 

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