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Chega!!

por Miss. M, em 21.10.09

Esta tortura já dura há tempo sufiente e já ninguém aguenta o anúncio novo do Pingo Doce!!

A música é qualquer coisa de .....irritante, comprida e dá em todo o lado!!

Até já há uma petição na net para acabar com o anúncio. Não é que acredite muito nessas coisas, mas em todo o caso dei o meu contributo.

É que é daquelas musiquinhas irritantes, com um refrãozinho que entra fácilmente no ouvido e mal se dá por isso, já se está a cantarolar. E não é que a música passa também nos supermercados da marca!

Flagelo comercial ou uma excelente estratégia de marketing, mas que toda a gente comenta, isso é certo. Um belo exemplo do "falem bem, falem mal, mas falem de mim!"

Acho que só um CD inteiro do Pedro Kima, duas horas do best of da Floribela ou uma K7 da Ágata são capazes de ser tão irritantes como esta obra prima da publicidade.

 

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publicado às 23:34

Bitchness

por Miss. M, em 19.10.09

Não há que enganar, está no código genético feminino e quem diz que não é, nem um bocadinho, "cabrinha" de vez em quando está a mentir redondamente.

A "cabrice feminina" é algo que nasce logo connosco e vai-se apeffeiçoando ao longo dos anos. Mas depois, dependendo do feitio e educação de cada uma, vai-se reflectir na personalidade.

Este traço de personalidade pode ser apenas uma leve embirrância camuflada, uma pequena birra muito pontual, até ao estada mais grave da "cabrice aguda", onde esse feitio é tão vincado que nem as próprias mulheres que padecem desta faculdade acentuada se aguentam.

Nunca pensei muito nesse assunto, mas sempre tive a noção que por vezes o sexo feminino é capaz de ter um verdadeiro "génio do mal" disfarçado numa pele de cordeiro.

No outro dia, em conversa numa daquelas tertúlias femininas, chegámos a essa brilhante conclusão: que todas nós temos uma "cabrinha secreta" dentro de nós.

Não quero menosprezar os meninos, mas realmente eu tenho mais medo de uma mulher zangada do que de um homem furioso. O homem chateado grita e barafusta, mas depois da tempestade acaba por acalmar e perdoar mais facilmente, ou, nos casos mais graves, seguir em frente sem olhar para trás e esquecer os assuntos de vez. Quantas vezes eles andam à batatada e passado 1 hora já estão a beber cervejas juntos e a rir do assunto?!

As mulheres são um pouco diferentes, há as que chateiam, gritam e barafustam, acalmam com o passar do tempo, mas acabam por nunca esquecer e o motivo da "chateação" e à mais pequena lembrança voltam de novo à carga.

Mas as mais temíveis são aquelas que perante uma situação de stress, ficam com uma calma aparente, muito ao estilo "Eu?! Chateada por te teres embebedado e beijado aquela loira? Não..."; "Deixa lá, eu não me importo que não vás ao meu aniversário, afinal gostas tanto de ver o teu Benfica jogar..." ; "Que bonita a tua saia! Já a andava a namorar à séculos e agora tu compraste o último exemplar da loja, que era também o meu número e...em saldo! Estou muito feliz por ti!"

 Pois é, frases deste género ou vêm de uma alminha que irá directamente para o Céu sem passar pelo purgatório nem pagar portagens ou então tenham medo, muito medo, porque as expressões de calma e concordância nem sempre são assim tão verdadeiras.

Eu, que até sou assim a atirar para o calminho, já me vi muitas vezes em situações em que destilei muito veneno. Queremos dar sempre aqueles ar de "To nem aí pra isso!" Quando na verdade só nos apetece gritar e partir loiça toda no momento.

Por isso, quando  uma rapariga agir com uma calma aparente numa situação delicada, pensem sempre duas ou mais vezes, porque "What goes around, comes around!"

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publicado às 22:53

Arrumações

por Miss. M, em 06.10.09

Há dias assim, em que as coisas fazem sentido e as arrumamos de vez.

Por vezes a nossa vida parece um daqueles armários desarrumados, onde reina o caos, com peças de roupa fora dos cabides, caídas e amarrotadas na prateleiras; com vestidos que já não usamos, ou porque já não nos servem ou, simplesmente, já estão fora de moda. E porque é que vivemos tanto tempo com "armários desarrumados"? Porque é que adiamos sempre as arrumações mais profundas? Porque dá trabalho!!

É fácil aprender a lidar com o caos que se vai formando no nosso guarda-roupa, pois com o hábito, vamos acomulando coisas que se vão adquirindo com as peças de roupa e com acessórios já antigos. Por vezes deixamos de os usar, ficam ali no fundo das gavetas, só mesmo para encher espaço...E o que é que se faz? Vamos vivendo num emaranhado de coisas que parecem organizadas nas não estão, só estão camufladas dentro dos armários que fechamos todos os dias de manhão. Armários que abrimos e com desalento pensamos " Não tenho nada para vestir!"

Mas chega o dia em que já não aguentamos mais, ou nos enchemos de coragem para as arrumações ou tomamos uma decisão mais drástica e deitamos tudo fora!

O meu dia chegou, arrumei as minhas gavetas, organizei as minhas prateleiras e pus tudo no devido lugar. Deitei foras as coisas velhas, gastas e partidas; mas só mesmo aquelas que já estavam a ocupar o meu espaço há demasiado tempo.

Eu detesto desfazer-me das coisas, sou uma sentimentalistas, e há aquelas de que não me consigo separar. Essas foram para um lugar especial, guardadas num espaço que não tenho que ver todos os dias, não atrapalham, mas que sei onde estão para sempre que bater a saudade as poder rever.

Depois há aquelas roupas que serão sempre as nossas favoritas, por mais que passem de moda, sabemos que estão sempre lá, as "piece de resistence" e caem sempre bem.

De seguida arrumei os meus sapatos, cada par na sua caixa, devidamente organizados, tal como devem estar e, imagine-se, descobri uns quantos que mal foram estreados! Lembrei-me que me faziam doer os pés, mas afinal, toda a gente merece uma segunda oportunidade, até os sapatos que fazem bolhas na primeira saída.

Por fim, arrumei as malas e restantes acessórios. Uns já estavam partidos , já sem arranjo possível e foram directamente para o lixo. Também encontrei aquelas malas sem alças (não me estou a referir ás "clutches") que vão directamente para a reciclagem. Com isto apercebi-me da importancia que damos a coisas acessórias que não têm valor e desperdiçamos as verdadeiras pérolas que estão, discrectamente na sua caixinha, há espera de serem usadas. Não vale a pena investir em pexibeque barato que rapidamente fica fora de moda.

Foi uma canseira e achei que nunca mais acabava, até pensei em desistir a meio mas assim não faria sentido.

Encontrei objectos que pensei estarem perdidos para sempre e isso fez-me feliz. Lavei, passei e arejei a roupa que já não usava há muito tempo e voltei a arrumá-las num lugar de destaque para não ser esquecida novamente.

E pronto, o meu armário hoje está arrumada e até parece maior!

 

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publicado às 22:23


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