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Back to School!

por Miss. M, em 15.09.10

Nesta época do ano é inevitável não me lembrar.

Um misto de tristeza de final de férias, mas alegria por voltar de novo à escola. E se cada ano novo era o iniciar de uma época especial, hoje lembrei-me dos meus primeiros dias na Escola Secundária.

Durante muito tempo e Escola Secundária foi assim algo que desejei muito frequentar mas que parecia sempre estar a "anos-luz". Imaginar uma escola onde já havia "pessoas adultas" que iam de carro para a escola; se podia entrar e sair sem apresentar um cartão com bolas às cores (verde = livre trânsito e ir ao café sempre que te apetecesse; amarelo = saías, mas só se não tivesses aulas no ultimo tempo...tá bem, tá; vermelho = eras condenado a ficar dentro da escola, a não ser que o portão das traseiras estivesse aberto ou fosses mais esguio e te escapasses entre uma zona de gradeamento mais defeituoso ou já devidamente "alterado" para esse propósito); onde se podia fumar dentro da escola ("ainda sou do tempo em que o tabaco era permitido recreio da Escola Secundária") e, claro, onde haviam rapazes bem mais interessantes.

Os meus primeiros dias nessa escola foram um grande assimilar de coisas novas. A minha turma era uma mistura interessante de pessoas muito diferentes. Os estudiosos e inteligentes; os que já tinham passado a casa dos 20 e rebeldes; os metaleiros; o rapaz brasileiro cujo pai era pastor evangélico; os que passavam as aulas em "estados alucinativos"; os génios dos computadores e outros demais. E tirando algumas picardias normais, não me lembro de haver assim grandes chatices, basicamente, a malta deva-se toda bem.

Nestes últimos anos tenho a sensação que os miúdos têm um estilo cada vez "mais homogenio". Elas, compram todas a roupa na Berska, parecem todas iguais e eles também usam a "farda" da Pull&Bear.

Quando entrei no secundário, há cerca de 10 anitos (.....), os grupos eram diferentes. Havia os metaleiros, discretos, mas que recordo serem as pessoas que se vestiam de preto e estavam quase sempre atrás do bloco; os mais betinhos; as meninas que usavam argolas e polos às riscas; os jogadores da bola; a malta das artes, sempre com um estilo mais alternativo e também os que andavam de moto, os chamados "Esticas".

Estes eram só alguns entre os vários grupos da altura.

Foi um tempo engraçado. Ia às aulas, gostava da escola, a sério que sim. Nunca chumbei e haviam aulas e professores que me cativavam, sendo que outras nem por isso.

Aulas à parte, foi nessa altura que pintei o cabelo pela primeira vez e a partir daí a minha côr variou durante muito tempo entre o marron/acobrado e as célebres madeixas loiras. Aprendi que andar de mota só mesmo à pendura e que os trabalhos de história feitos numa noite até podem sair bem.

Comecei a sair até tarde e o Sábado á Noite era o momento alto da semana. Aprendi a gostar de Vodka e que o Gold Strike só se consegue apreciar até aos 18 anos, depois é complicado...

Aprendi também que os rapazes mais interessantes não eram necessariamente os que tinham carro. Os das motas também eram engraçados, sendo que nunca se podia usar rimel se fossemos passear com eles e ver o "Pôr-do-Sol", ou o risco de ficar estilo Merlin Mason era bastante alto. (há! há! há!)

Tive o meu primeiro telemóvel nessa altura, e achava que o Mirc era a coisa mais fixe da Internet.

No final do ano as praias logo ali ao lado eram a desculpa ideal para não ir ás ultimas aulas do ano. Havia a eterna luta dos professores para que não fossemos para as aulas de chinelos, com areia nos pés e roupa de praia. Segundo me lembro, ainda cheguei a ver algumas meninas de pareo e top nas aulas.

A minha inocência ficou para trás, na altura dos meus primeiros tempos de secundária, quando numa conversa com um colega me interroguei sobre qual o problema dele ter levado um "Bongo" para um festival, não me iam lá dizer que não se podia entrar com sumos no parque de campismo....

E pronto, estas questões e tantas outras foram rapidamente esclarecidas. Porque, para além de nos preparar para uma vida académica, o secundário acaba por preparar-nos para outras coisas desta vidinha.

 

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publicado às 21:24

Love Happens!

por Miss. M, em 07.09.10

No Sábado passado foi o "Casamento do Ano", pelo menos para mim e grande parte das pessoas que puderam assistir.

O meu amigo J. R. teve a coragem de dar este grande passo e assumir perante todos que "aquela" rapariga era a tal, aquela com quem queria passar o resto da sua vida, construir uma família e viver cada dia de cada vez, vendo crescer aquilo a que todos falam, mas que no fundo, não se consegue explicar muito bem o que é: o AMOR!

A reter da cerimónia religiosa mais original que já vi: o amor tem várias cores!

E o que são afinal as cores do amor?!

Serão os nossos humores diários? A cor da nossa pele? A nossas preferências sexuais? As diferenças culturais? Ali estava um mote lançado que pode trazer tantas interpretações quantas aquelas pessoas todas que ali estavam.

O Sr. Padre Porreiro (não me lembro o nome dele, mas vou chamá-lo assim, eu até que não me identifico muito com a classe, mas simpatizei com este*) no seu discurso referiu que o AMOR tem várias cores.

O seu significado era que não estamos sempre bem-dispostos, bonitos e felizes e que por vezes era preciso saber entender e cuidar um "amor cinzentola", porque nem todos os momentos são felizes, há que saber, acima de tudo, ultrapassar os dias maus para o sentimento crescer e sair fortificado. Até aqui nada de novo, até porque nos casamentos é disto que se fala, a eterna luta de manter a chama acesa e fazer com que as duas pessoas que assumem a união tenham a consciência e estejam preparadas para todos os momentos, quer sejam bons, ou maus.

O que me ficou na cabeça foi a história "das cores". No sentido indicado na cerimónia elas significavam os dias bons e maus que se enfrentam numa união, mas as "CORES DO AMOR" traz muito pano-paga-mangas, muitas interpretações diferentes.

Agora não me apetece muito alongar sobre este assunto, até porque iria dar azo a mais uma teoria do "sexo-dos-anjos", mas foi realmente algo que achei bastante engraçado, ora ali estávamos numa cerimónia religiosa, a pensar "nas variadas formas do amor"....ou vai na volta, fui só eu que pensei nisto, mas achei no mínimo, irónico!

Mas se o amor é as cores, o resto da festa não foi diferente! E entre muitos sorrisos, fotografias e copos bem cheios lá comemorámos o casamento do nosso amigo que, teve o bom gosto de escolher uma "esposa" à altura, diga-se, daquelas que merecem aprovação pelo grupo de amigos do noivo com distinção, neste caso, nós.

 

Desejo-lhes as maiores felicidades deste mundo e que saibam aproveitar e compreender, sempre, a vasta paleta de cores do AMOR!

 

 

*Um padre que expressa publicamente e em plena cerimónia que a cor do amor não poderia ser verde, nem azul, mas sim vermelho! E  porquê, porque as mulheres "não dão às Antas" nem "dão ao Alvalade" mas sim à Luz......posto isto esperava toda "a plateia Benfiquista" naquela igreja e gritar "SLB, SLB, Glorioso SLB!", seguido da onda.....

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publicado às 22:46

Social

por Miss. M, em 01.09.10

Pára tudo!!

 

" A Betty diz que sou um bocadinho parecido com Angelina Jolie."

 

By: José Castelo Branco, num devaneio, entrevista à revista Vip.

 

 

Ainda bem que é só um "bocadinho".... será no botox das axilas? Ou na côr do baton??!

Após algum tempo de afastamento das manchetes morron, qual fénix renascida e, numa tentativa de chamar para si os holofotes da "fama", José Castelo Branco volta a dar o ar da sua graça após outra temporada nos States.

Declarações sentidas de casos com antigas vedetas do desporto nacional e relatos de uma intimidade matrimonial (sai imagem!!!..), foram alguns motes desta "vedeta" aparecer de novo nos carteis da fama.

E entre a gravidez da nossa Lucy e as desintoxicações do outro Zé (Carlos Pereira) lá voltamos a olhar de novo para o conde, que não sei se o é, mas que gostar de aparentar ser, lá isso gosta!

Ai Zézito, estamos a ficar sem argumentos, ai estamos, estamos!

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publicado às 22:30


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